Glossário, TV Digital e a Máquina do Tempo

5 Novembro, 2007 at 4:42 pm | In HDTV, cristal líquido, glossário, imagem digital, lcd, plasma, tecnologia, telecomunicações, tv | Leave a Comment

Como nós tínhamos avisado que cada atualização no nosso glossário mereceria um post, aqui estou para falar (ou seria teclar?) sobre a TV digital, através do Set-Top Box, item adicionado recentemente no nosso glossário. Este aparelho tem a única função de converter o sinal digital para as TVs, tanto as modernas de cristal líquido ou plasma, quanto as convencionais de tubo de raio catódico (conhecidas como CRT) e já fadadas a um fim não muito distante.

O ministro das Comunicações Hélio Costa diz que tais aparelhos não custarão mais que 200 pratas aqui no Brasil. Para isso, ele vem negociando subsídios com o Governo Federal para que a produção seja nacionalizada ou a tecnologia importada de países como a Índia. Os especialistas em tecnologia digital, no entanto, afirmam que o box chegará até aos R$ 800 nos primeiros meses.

Para desespero de muitos, todas as TVs, mesmo as de LCD e plasma precisarão do conversor para desfrutar de todas as vantagens da TV digital. Pelo menos até fabricarem um modelo de TV com um conversor embutido, que não existe no mercado. O que existe é o modelo Full-HD, que dispensa o uso do conversor, mesmo que o item interatividade, por exemplo, não tenha suporte sem o conversor.

Achamos, via Bondfaro e Buscapé, oito modelos comercializados no Brasil de TV Full-HD: dois da LG, dois da Samsung, dois da Philips e dois da Sony, dentre eles o famoso Bravia.

A Máquina do Tempo

Crédito da foto: Google imagens

Mas, de todos, o modelo que mais me chamou atenção foi a Time Machine, da LG. Ela é, sem dúvida, sonho de consumo de muito marmanjo por aí, inclusive o meu =D. Só por ser LCD, já merece atenção. Ela não é só isso, porém; e sim uma verdadeira Brastemp. Um HD interno de 80 GB para gravar o que der na telha, sem ter que usar nenhum DVD-R, nem VHS e que com a qualidade superior à de DVD.  Não depender dos horários de programas da TV é uma característica que aproxima muito o eletrodoméstico ao computador, sem contar a capacidade de guardar dados.

Se eu quiser ver um filme que passa às 4 da manhã, posso deixar gravando até 8 horas da noite sem zerar a memória. E se eu quiser guardar o que gravei, ligo a TV num gravador de DVD e mando bala! Só o preço, né, que é complicado: a mais barata custa só R$3600.

É, o jeito é pedir ao Papai Noel.

Por Pedro Mesidor

Fonte: O GloboOnline, do dia 22/10.

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