Do Wallet PC ao Oi Paggo
20 Novembro, 2007 at 4:13 pm | In celular, economia, tecnologia | 2 CommentsHá 12 anos, Bill Gates já imaginava um objeto que reunisse algumas coisas que carregamos nos bolsos, umas imprescindíveis e outras nem tanto. Sua idéia apareceu no seu primeiro livro, A estrada do futuro, em que revelava o seu desejo de criá-lo. Gates o denominou Wallet PC, que em português seria um PC Carteira.
Do tamanho de um Palm-Top, o Wallet PC seria uma “carteira computadorizada na qual se carrega todos os documentos, cartões de crédito e débito, dinheiro eletrônico, fotografias da família e jogos preferidos”, como definiu Milton Jung, em Jornalismo de Rádio, de 2005. Além disso, o utensílio realiza circulação de mensagens virtuais e de informações como meteorologia, situação da bolsa de valores, trânsito, etc.
Crédito da foto: Google imagens
Em 2007, isso parece não ser uma novidade admirável, mas em 1995, era o máximo de conectividade a que uma pessoa poderia ter acesso. Hoje em dia, rodeado de celulares e players de Mp3 e Mp4, um Wallet PC encalharia nas prateleiras das lojas que se arriscassem a vendê-lo.
Uma característica, apesar de tudo, que o torna atual mesmo depois de uma década é a capacidade de armazenar dados bancários. Realizar compras por ele seria tornar o Visa Electron totalmente obsoleto. E essa foi a sacada da Oi e da Paggo, que juntas criaram um serviço de compras via celular que está funcionando desde janeiro deste ano na cidade do Rio de Janeiro.
Evolução: da moeda ao Oi Paggo.
Esse tipo serviço só tem suporte pela Oi, mas a concorrência não vai demorar a chegar. Para realizar a compra, basta ao cliente confirmar, através de uma senha, a compra via mensagens SMS. O usuário Oi que desejar aderir ao plano, deverá se cadastrar, através dos documentos de praxe: identidade, CPF e, como envolve uma criação de conta, comprovação de renda e análise de crédito.
Segundo o site do Oi Paggo, o usuário não precisa pagar anuidade, que é gratuita, e que exige apenas uma taxa de utilização mensal, que custa R$ 2,50. Ainda no site, há uma lista de aparelhos compatíveis e de lojas credenciadas. Para funcionar, o aparelho teria que ter um chip de no mínimo 64 KB, caso contrário, o cliente teria que adquirir outro. Quanto às lojas credenciadas, não achei nenhuma no Espírito Santo. O processo de cadastramento só depende da Pessoa Jurídica; o interessante,porém, é que o cliente (pessoa física) pode indicar o estabelecimento.
Por Pedro Mesidor
Fonte: Blog do Victor Couto
2 Comentários »
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Fico grato por citar meu blog como fonte de pesquisa. Sobre o tópico, sem comentários.
Hoje passo por um processo de adaptação para carregar meu escritório debaixo do braço ou dentro da carteira (notebook + smartphone).
Flexibilidade é a alma do negócio.
Abraços
Comentário por Victor de Souza Couto — 23 Novembro, 2007 #
Definitivamente flexibilidade é a palavra. Espero que o iPhone e seus sucessores venham aí para colocar isso em prática de fato.
Até,
Pedro Mesidor.
Comentário por osmaismais — 29 Novembro, 2007 #