Real ou Virtual?

24 Agosto, 2009 at 3:29 am | In Marketing, celular, jogos, publicidade, relacionamentos, tecnologia, telecomunicações, video | Leave a Comment

Olá internautas desse Brasil varonil!

Em mais uma aventura intermidiática, Osmaismais volta ao ar ciber-magnético novamente!

´Tá certo que as atualizações aqui são mais instáveis que nervos de mulher em TPM, rsrsrs…mas tô tirando as teias do blog, pelo menos. Vou começar que nem banda em fim de carreira: publicando material que ficou na geladeira.

O vídeo publicitário a seguir foi feito pelo escritório da agência Leo Brunett no Brasil – ou Agência Click, segundo o Livre Conteúdo. A ideia da peça é interessante: o protagonista da mini-história é personagem de um game, que por sua vez participa de um jogo de computador, que se passa na vida real, que é muito mais interessante que a vida virtual. Difícil de entender? Aperte o play e tire suas conclusões.

As primeiras exibições da propaganda na TV foram realizadas em setembro/outubro de 2007, quando este mesmíssimo blog estava em plena atividade (Ok, nem tanto). Foi em 2007 também que o Second Life “virou modinha” aqui. Nota-se a influência no vídeo.

Real life vs Second Life

Na sua descrição no Youtube, o vídeo é um “filme que inverte a proposta do Second Life”. O Second Life (SL) é um jogo virtual que usa o PC como plataforma, em que pessoas – usuários que se cadastram no site do jogo – criam personagens que interagem entre si num mundo virtual. É uma espécie de The Sims, jogo que ajudou a expandir a categoria de “simuladores de vida social” no mundo dos games. Leia mais sobre o SL aqui.

Embora tenha sido criado em 2003, o game estourou aqui no Brasil somente no final de 2006, com direito a matérias especiais nas revistas e na TV brasileiras no ano seguinte, quando o SL alcançou o mainstream aqui no país.

Hoje, dois anos depois de passada a febre do jogo, os acessos e cadastros diminuíram significativamente. O SL continua “existindo” aqui na web, mesmo aos trancos. Bem, sobre o Fiat Punto, para encerrar, ele vendeu cerca de 67 mil unidades desde agosto de 2007 até julho deste ano, segundo o CarSale.

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Do Wallet PC ao Oi Paggo

20 Novembro, 2007 at 4:13 pm | In celular, economia, tecnologia | 2 Comments

Há 12 anos, Bill Gates já imaginava um objeto que reunisse algumas coisas que carregamos nos bolsos, umas imprescindíveis e outras nem tanto. Sua idéia apareceu no seu primeiro livro, A estrada do futuro, em que revelava o seu desejo de criá-lo. Gates o denominou Wallet PC, que em português seria um PC Carteira.

Do tamanho de um Palm-Top, o Wallet PC seria uma “carteira computadorizada na qual se carrega todos os documentos, cartões de crédito e débito, dinheiro eletrônico, fotografias da família e jogos preferidos”, como definiu Milton Jung, em Jornalismo de Rádio, de 2005. Além disso, o utensílio realiza circulação de mensagens virtuais e de informações como meteorologia, situação da bolsa de valores, trânsito, etc.

Bill Gates

Crédito da foto: Google imagens

Em 2007, isso parece não ser uma novidade admirável, mas em 1995, era o máximo de conectividade a que uma pessoa poderia ter acesso. Hoje em dia, rodeado de celulares e players de Mp3 e Mp4, um Wallet PC encalharia nas prateleiras das lojas que se arriscassem a vendê-lo.

Uma característica, apesar de tudo, que o torna atual mesmo depois de uma década é a capacidade de armazenar dados bancários. Realizar compras por ele seria tornar o Visa Electron totalmente obsoleto. E essa foi a sacada da Oi e da Paggo, que juntas criaram um serviço de compras via celular que está funcionando desde janeiro deste ano na cidade do Rio de Janeiro.

Evolução: da moeda ao Oi Paggo.

Esse tipo serviço só tem suporte pela Oi, mas a concorrência não vai demorar a chegar. Para realizar a compra, basta ao cliente confirmar, através de uma senha, a compra via mensagens SMS. O usuário Oi que desejar aderir ao plano, deverá se cadastrar, através dos documentos de praxe: identidade, CPF e, como envolve uma criação de conta, comprovação de renda e análise de crédito.

Segundo o site do Oi Paggo, o usuário não precisa pagar anuidade, que é gratuita, e que exige apenas uma taxa de utilização mensal, que custa R$ 2,50. Ainda no site, há uma lista de aparelhos compatíveis e de lojas credenciadas. Para funcionar, o aparelho teria que ter um chip de no mínimo 64 KB, caso contrário, o cliente teria que adquirir outro. Quanto às lojas credenciadas, não achei nenhuma no Espírito Santo. O processo de cadastramento só depende da Pessoa Jurídica; o interessante,porém, é que o cliente (pessoa física) pode indicar o estabelecimento.

Por Pedro Mesidor

Fonte: Blog do Victor Couto

Serviços telefônicos no Brasil são os mais caros da América Latina, diz pesquisa.

20 Novembro, 2007 at 1:17 am | In celular, controvérsias, economia, telecomunicações | Leave a Comment

Segundo pesquisa realizada pela Telecom Consulting, instituição que realiza consultoria na área de telecomunicações, o brasileiro é o que mais paga por serviços de telefonia móvel no continente latino-americano.

Embora o uso do celular seja bastante difundido no Brasil, os minutos e as mensagens não têm seu preço reduzido: a diferença chega a ser três vezes maior. Aqui, o preço por mensagem SMS está em média a US$ 0,17 (cerca de 30 centavos de Real, com o dólar cotado a R$ 1,76) enquanto em países vizinhos como a Argentina e Chile, nossos hermanos gastam em média US$ 0,05 (cerca de 09 centavos) para mandar um texto via celular.

Quando se fala em minutos, a diferença não é menor. Enquanto um minuto aqui no Brasil custa em média US$ 0,60 (aproximadamente R$ 1,05) nos mesmos vizinhos Argentina e Chile ele custa US$ 0,26 (R$ 0,45) e US$ 0,14 (R$ 0,24), respectivamente.

Tô sem crédito!

Crédito de foto: Google imagens

Ainda que todos os preços tenham sidos baseados em planos pré-pagos, que têm tarifas mais caras que os planos pós-pagos, a diferença é bastante significativa. Cerca de 80% dos celulares no Brasil – que ao todo chegam a quase 115 milhões – estão habilitados neste tipo de plano. A causa de tal diferença, segundo especialistas, é a carga tributária, que acaba sendo a grande vilã dos consumidores brasileiros. Segundo eles, a percentagem de impostos sobre os lucros das operadoras chega a 40%. E, claro, essa diferença é repassada para nós, usuários.

Mas as reclamações não param por aí. As companhias telefônicas são as campeãs em reclamação nos Procons do país inteiro. A Vivo, campeã no número de vendas, é também a operadora de celular líder em queixas realizadas por usuários, seguida da Claro. Coincidência ou não, as duas são controladas por empresas estrangeiras. A primeira é ligada à Telefônica, da Espanha; e a segunda, à mexicana América Móvil.

SOLUÇÃO POLÍTICA?

A solução para esse problema da excessiva carga tributária seria um só: votar consciente. Afinal são os deputados e senadores que criam e recriam os impostos a que estamos sujeitos. Vide a decisão sobre a prorrogação ou não da CPMF que estará em pauta ainda hoje no Senado. Enquanto isso, temos que fazer continhas para que o crédito dos nossos celulares dure até o final do mês.

Por Pedro Mesidor

Fonte: Portal InfoMoney, do dia 26/10.

Uma idéia na cabeça e um celular na mão

8 Novembro, 2007 at 2:11 am | In celular, satélite, tecnologia, telecomunicações, video | Leave a Comment

Vídeos ou fotos de testemunhas oculares nos jornais e na TV não são novidade. Aliás, nem os celulares com vídeos são tão novos; em 2001 um já tinha sido lançado nos Estados Unidos.

V�deo no celular

Crédito da foto: Google imagens

Mas o acesso à criação e divulgação de vídeos via celular é realmente algo novo. A prova foi o Fantástico do último domingo, dia 04, que mostrou as primeiras imagens do acidente com um monomotor de um celular, feitos por um morador da zona norte de São Paulo, onde houve a queda.

O vídeo foi exibido ao vivo para todo o Brasil neste domingo e o link dele está no site do Fantástico à disposição dos internautas. Tá certo que a qualidade do vídeo não é a das melhores, mas não precisava! O tal celular serviu para o que foi feito. E quem sabe daqui a pouco dê para brincar de Spielberg com um desses aparelhos que se compra em 10 vezes sem juros.

Por Pedro Mesidor

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